Varandas cheias de bandeiras, prateleiras vazias.

Bombas fechadas, hipermercados com prateleiras vazias, animais já a morrerem de fome, mas tudo feliz com a selecção nacional de futebol. Isso sim, é importante!
Carros que, de manhã, fizeram filas nas bombas de gasolina, horas depois fazem filas nas estradas, com gentes a apitar e a gritar vitória, para gastarem o que abasteceram no mesmo dia. A malfadada cara gasolina. Estes queixam-se de quê?
Portugal, mais uma vez, no seu melhor!
Numa coisa isto é bom. E não, não são os sorrisos de felicidade do povo. Esses alegraram-me e comoveram-me outrora. Foi poder conduzir, estrada após estrada, quase sem carros. Uma cidade deserta à hora de ponta. Pena ter sido a caminho do médico com a mãe.
O sorriso dela, ao meu lado a conversar, valeu-me mil vezes mais do que vinte e tal marmanjos (nos quais não me vejo, minimamente, representado) a correr atrás de uma bola e a receber ordenados que pagariam o combustível a milhares dos que os observaram 90 minutos.
Viva o futebol! Viva a selecção! Viva Portugal! Olé! Olé!


.../7

7 maravilhas.
7 imagens.
7 imagens que não o deixaram de boca aberta porque já o esperava.
Já esperava que fosse 7 vezes superior ao que era suposto.
Já esperava que fosse 7 elevado a 7 na matemática das emoções.
As cores, as texturas, as formas, os objectivos, os desejos, as tristezas e as alegrias...
Estava lá tudo e tudo 7 vezes acima do bom.
Ficou, como sabia, tão orgulhoso, tão contente, tão feliz.
Dias antes já sabia que assim seria.
O seu pensamento estava lá.
Tudo em si estava lá.
E sabia-o, sentia-o, como se assim fosse.
Mas 7 apertos na barriga.
7 dores no peito.
7 nós na garganta.
7 lágrimas de uma imensa tristeza.
7 era o que via, a do meio aquela que era para ser oferecida a si.
7 era o que via, a do início aquela que agora mais via em si.
7 e muitas outras vezes absorveu tudo ao milímetro.
7 e muitas outras vezes quis dizer qualquer coisa.
7 e muitas outras vezes quis ouvir tanta coisa.
7 e muitas outras vezes quis dizer tanta coisa.
7 e muitas outras vezes não soube o que dizer.
7 cordas lhe apertavam o pescoço.
7 vezes sorriu.
7 vezes chorou.
7 vezes, tantas mais, não soube o que dizer.
Como dizer, se dizer, porque dizer, o que sentir.
No sétimo turbilhão angustiante de sorrisos e tristezas, 7 eram as certezas.
7 certezas de que sim, estava muito orgulhoso.

Waking Hours


(The Gathering)

Paralyzed (when i hear this song)



Your the colour, your the movement and the spin...
I'm not in this movie, i'm not in this song...
Could it stay with me the whole day long?
Fail with consequence, lose with eloquence...

LOVL

- I'll never let you down, even if i could.
- LOVL.
- Love?
- ...
- Lovely?
- No. Laughing Out Very Loud.

Not Big/Not Very Bad.



Gostei de revê-las.
Gostei de vários trapinhos da Carrie.
Gosto sempre do marido da Miranda.
Gosto sempre do extremo bom ar, hot, sexy, hunk, do loiraço da Samantha.
Gostei do vestido de noiva da Westwood.
Gostei da Charlotte numa ou outra cena.
Gostei da Carrie em quase todas as cenas.
Gostei dos cães.
Gosto da cidade.

Não gostei de alguns trapinhos da Carrie e de quase nenhuns das amigas.
Não gostei das paredes azuis.
Não gostei da Charlotte na maioria das cenas.
Não gostei da falta de humor caustico da Miranda.
Não gostei do texto fraco que é tão bom na série.
Não gostei da tão pouco vista e sentida cidade.
Não gostei dos amigos gays.
Não gostei da falta de ritmo intenso e rápido, que era tão bom nos episódios.
Continuo cansado da Samantha.
Não suporto mesmo o Big.
Não gostei do final Carrie/Big.

Foi como que um episódio mais alargado que não funcionou tão bem.
Mas valeu a pena ver. Ri, sorri, senti apertos no estômago, quase chorei.
Tinha saudades daquelas gajas.

06/06/2008



Parabéns à Princesinha Azul. Já tem 7 aninhos.

.../.../.../.../5/6



It will be great!

I know it hurts, it hurts me too.
And it hurts so, so much, i know. I feel it too.
I know you need me there, but i needed you before too.
And you didn't care. So why should i?
But i do.
You know i do.
You can hate me.
I'm disappointing you, i know.
I know really good how it feels like.
But i can't do it any other way.
I know you feel you're drowning, but i stopped breathing so many times before.
And what did you do?
You did it all again.
You weren't there.
Now i can not be.
I'm going nuts.
I try not to think.
I'm suffocating, but i can not go.
I could not stand it. It would be too much.
All those people. All those you know who.
All the things. All the feelings.
All you.
Believe me, i'm sorry.
I'm gonna be here.
I'm gonna stand here.
Without a movement.
A simple movement would open a scar.
I can not go.
Sorry, i can not go.
Can not run to you again.
Over and over, i can't.
You can not hurt me anymore,
I can not hurt myself anymore.
This must stop. We know this must stop.
In the end you'll be fine, just fine.
Please, believe me.
I'm sorry.
I'm so, so sorry.

É top model, é burra.

Que grande surpresa!
Sempre gostei desta Milla de Leste. Primeiro pela sua presença electrizante nos desfiles de moda, como top model, depois pela sua beleza camaleónica nos variadíssimos anúncios de marcas, depois pela sua presença forte, agressiva, bela, sexual e felina no cinema, depois porque percebi (ao ver "Joana d'Arc) que de má actriz não tem nada. E agora isto.
Já sabia que a moça também se dedicava às cantorias e que a crítica até dizia bastante bem. Mas, confesso, que não me dediquei a pesquisar. Pois fiz mal, muito mal. Estou mesmo surpreendido com esta beldade que vai além disso mesmo. Canta e canta bem, compõe e muitíssimo bem e o género está muito, muito bom.
Great Jovovich!


(The gentleman who fell)


(The alien song (for those who listen))


(There ain't no God for dogs)


(Be my friend)


(It's your life)

8 minutes

Filas imensas nas Fnacs, tudo congestionado na compra via net e eu demorei "4 minutes" a chegar à Worten ao pé de casa e mais "4 minutes" a comprar os bilhetes. Só me podiam vender 6 mas o meu arzinho querido lá me fez trazer 7 para casa. Pronto, "8 minutes" to see Her in 2008.

Give It 2 Me

Vá já saiu. Já está quase a estrear o segundo single e respectivo video.
Vá podem dizer mal. Podem atirar pedras. Podem dizer que é péssimo, brega, nojento, vulgar... Podem dizer que é ridículo uma mulher, ainda por cima com quase 50 anos, estar nestes preparos, quase nua e armada em sexy. Dizer que é ultrapassado, que é Ela a querer parecer que está no início de carreira, que é feito para vender e dar que falar (como se Ela já precisasse disso). Podem dizer que não é preciso mostrar o corpo que tem, melhor do que a maioria que tem menos 30 anos. Podem dizer que é feia, horrorosa, ordinária e coisas piores. Podem odiá-la ainda mais e ter mais um motivo para minimizar quem, como eu, a adora. Força, vá lá!
Sim, adoro-a. Sim, vou vê-La ao vivo mais duas vezes. Sim, corri a comprar bilhetes. Sim, adoro a voz, não óptima, mas única e inimitável. Sim, adoro os múltiplos looks. Sim adoro a postura perante a vida. Sim, adoro a sua influência na música, na moda, na sociedade. Sim, adoro muitíssimos temas dela. Sim, adoro a sua vida profissional enquanto cantora, enquanto artista. Sim, adoro os seus espectáculos únicos, muito acima de tudo e todos. Sim, adoro saber que se preocupa com o mundo que a rodeia, com os menos favorecidos, com a sociedade cada vez mais podre e fria. Sim, adoro o que tem feito por África. Sim, adoro as suas críticas à América. Sim, adoro o ser humano que é. E só não gosta e não nutre admiração por esta mulher aquele que não sabe e/ou não quer saber o que já fez e faz a vários níveis. Quem não a conhece verdadeiramente, talvez com medo de ter de se render às evidências. Esses que não vão além de achá-la uma puta que subiu na vida por pura sorte, à custa do corpo, que pegam no "Like a Virgin" para gozar com quem é actualmente e não se apercebem que passaram 25 anos. Esses, quando a Ela se referem, passam-me ao lado, não sabem do que falam e até os brindo com este novo video para poderem, mais uma vez, claro, dizer mal.
Ah, e adoro este video. Satisfeitos? Adoro as cores, as imagens, as sequências, o movimento, as texturas, a fotografia, uma certa homenagem a outros tempos, tudo num conjunto hiper, hiper hot.
E não gostando muito do álbum, adoro esta música. O que eu danço com ela!

In August and September









Prague and Amsterdam. Here we go!

Black and Gold

I thought this guy was a black man.


(Sam Sparro)

Wanderlust

Não gosto do último álbum da Bjork, mas gosto muito disto.Transmite-me uma imensidão de sensações.


(Bjork)

Handsfree

Tem ou não tem algo de Kill Bill?


(Sonny J)

Modern World


(Anouk - Modern World)

Amy "Deplorável" Winehouse

Calculei que a actuação de baladíssima Amy Winehouse no Rock In Rio não fosse boa, mas ainda tive alguma esperança. Como ia passar na Sic Radical, sentei-me em frente à tv para ver o que me esperava, a mim e aos milhares que estavam no Parque da Bela Vista, uma grande maioria que pagou para ver a "Heroin Girl" do momento, cujos dois muito bons álbuns vendem aos milhões, sobretudo após a vitória nos Grammy's.
Depois de um algo angustiante atraso em que já se pensava que a senhorita não surgisse, em que os apresentadores e comentadores inventavam conversa sobre as últimas proezas da mulher (encontrada a pedir cigarros numa autoestrada, a deambular pela Oxford Street dizendo que tinha fantasmas no quarto...) e seu marido presidiário, eis que ela aparece com o seu look habitual. Vestidinho colorido, cabelo imenso com madeixa oxigenada à frente, coração de plástico na cabeça, várias tatuagens, dentes em falta, uma mancha vermelha (ematoma?) no pescoço, um corte no braço e um olhar completamente desnorteado.
Aos primeiros segundos percebeu-se logo que ia haver desgraça e da grande. Não pensei, ainda assim, que fosse tanta. Visivelmente enbriagada ou drogada, Amy "Casa dos Vinhos" fez jus ao nome e bebeu vinho; cambaleou constantemente; caiu; perdeu um sapato; tropeçou nas próprias esqueléticas pernas; comeu chocolate enquanto cantava (ou não); chorou; riu; tentou mover-se minimamente; pegou, mais do que uma vez, numa guitarra que não usou e lá ia um assistente nervoso tirá-la; viu-se, várias vezes, rodeada de assistentes que, com sorriso trémulo, a tentaram ajudar a levantar, a colocar o microfone; parou de cantar para falar com os elementos do coro que tentavam aguentar o espectáculo da melhor forma possível; falou a meio de músicas num inglês totalmente imperceptível, calou-se a meio de outras; não parou de tirar e de encaixar o microfone; saiu e voltou ao palco sem motivo aparente dando corridinhas parvas; e, pelo meio de tudo isto, cantou, diria melhor, tentou cantar alguma coisa. E o pouco que tentou foi muito, muito mau.
Justificou-se dizendo que estava sem voz e que deveria ter cancelado o concerto. Ok, tudo bem. Mas será que não percebeu que o problema não foi só a voz que não saía? Tudo ali foram problemas atrás de problemas. Mesmo que nos brindasse com a boa e peculiar voz que a caracteriza nos álbuns, o que assisti seria abaixo do deprimente, profundamente decadente e lamentável. Um episódio da melhor sitcom britânica a gozar com esta senhora nunca seria tão absurdo quanto o que ali se passou em menos de 1 hora. Caso para dizer que qualquer imitação desta senhora nunca será tão perfeita quanto o que se assistiu.
Chegou de avião particular ao anoitecer e antes da meia noite já voava para o hotel onde vive em Londres. Em menos de 6 horas em Portugal, em cerca de 1 hora de concerto (nem sei se assim sequer se pode chamar) veio arrecadar, diz-se, mais de 4 milhões de euros. Inacreditável!
Gosto muito dos álbuns, gosto muito da voz (quando a tem), gosto muito do look, gosto muito do género outsider (propositado ou não), mas há mínimos e isto foi abaixo do concebivel. Vergonhoso e triste. Sim, triste. Durante a primeira meia hora dei comigo enervado, constrangido, envergonhado e com pena, muita pena daquela rapariga, mas sobretudo daqueles homens que deram o litro para aguentar com alguma dignidade o que em palco se passou. Depois a pena foi substituída por incredulidade e até algum desprezo. Como é possível fazer-se isto perante 90 mil pessoas? Que respeito tem esta mulher pelo público? Pelo caché que lhe pagaram? Provavelmente muitos acham-lhe graça assim, fazem destas atitudes um culto. Eu não. O que assisti não tem valor algum, é mau e desrespeitador a todos os níveis, até pela banda que teve uma postura bestial.
O público português que pagou para ver a louca inglesa que enche as revistas, como sempre, teve uma postura única. Muito outro público, noutros países, não teria. Por um lado, perante tal situação ridícula, assobiou aquando do final de cada música, por outro, apoiou a lástima humana que tropeçava pelo palco, cantanto, batendo palmas e gritando por ela. Eu, confesso, não o faria. Inicialmente talvez, depois não. Dela espera-se o pior mas não pensei que o pior chegasse a este ponto. Há um limite do que pode de mau acontecer num palco e o que assisti foi abaixo desse limite.
Palmas à banda, palmas ao coro notável que não cedeu e assobios, muitos assobios a si, senhora Amy Winehouse.
Perante as apostas que se faziam de quanto tempo aguentaria em palco, eu preferia quem a ele não tivesse subido.
Senhora Amy, no avião, esqueça as palmas e veja o ponto a que chegou. Talvez sejam as palmas que ajudarão ao fim trágico que a sua vida pode ter.



Cada vez sinto menos desejo em brincar num mundo em que quase todos fazem batota.

Melanina

10.25 h

- Olha!
- O que foi?
- Tu não tinhas isso.
- O quê?
- No período passado não tinhas esses cabelos brancos todos.
- Já tinha muitos mas como pintei... Agora já voltou a cor de lado, porque cortei, e já se notam outra vez.
- Nã, nã, nã. Tu não pintaste assim há tanto tempo e antes disso não tinhas tantos, lembro-me bem até de pensar: "Tem 34 anos e meia dúzia de cabelitos brancos". Mas agora tens muitos mais.
- Pois, é da idade.
- Mas ficam-te bem.
- Achas? Não acho nada.
-Acho. Tens cara de miúdo e com cabelos brancos tem graça, faz um contrate engraçado.
- Dispenso bem contrastes desses, mas não posso fazer nada.


17.15 h

Olhou-se ao espelho. Ultimamente andava muito desleixado e o espelho só estava à sua frente para fazer a barba, lavar os dentes e pentear-se. Nunca tinha tido o hábito de ficar muito tempo a observar cada marca, cada sinal, pormenor da sua cara, e ultimamente muito menos. Andava pouco preocupado com o seu aspecto. O espelho reflectia-o, claramente.
Olhou-se ao espelho e percebeu que estava, efectivamente, a ficar velho. Mais do que isso, não estava velho mas tinha envelhecido rapidamente. Sempre lhe disseram parecer mais novo do que a efectiva idade, agora essa estava estampada em si. A pele já não tinha a limpidez e elasticidade de outrora. Já tinha um sinal aqui ou ali. As rugas da testa, que sempre teve, estavam ainda mais vincadas e os "pés de galinha" surgiam ao mínimo movimento dos lábios. Debaixo de cada olho, cada um mais descaído do que há uns tempos, uma semi-bolsa cinzenta a dar um ar mais carregado. O couro cabeludo bem menos preenchido por um cabelo bem menos farto, grosso e volumoso. A testa estendeu, prolongando-se por umas entradas bem visíveis. E lá estavam os cabelos brancos. Do lado direito não meia dúzia como há meses, mesmo semanas, antes de pintar o cabelo, mas muitas meias dúzias.
Ao menos que fossem aparecendo lentamente. Ao menos que fossem "bem semeados". Agora assim tantos e tão de repente? E tamanha diferença entre os dois lados da cabeça? O lado direito parecia ter levado uma pincelada de tinta branca.
Agora estava como os amigos da sua idade. Ele que sempre teve muitos menos cabelos brancos do que eles. E apareceram tão depressa... Será que ela tinha razão?


10.30 h

- Isso só pode ser das preocupações.
- O quê?
- Sim, não sabes o que os velhos dizem? Velhos e não só.
- O quê?
- Que as preocupações, o stress, as depressões fazem cabelos brancos. Assim tão rápido só pode ser isso.
- Não é nada, que disparate. Acontece, aconteceu... é da idade.
- Assim tão de repente? Hum, estranho.
- Devem ser os miúdos, o trabalho, pronto. Os putos fazem-nos velhos.
- Hum, nã, nã. Assim de repente? Tá tudo bem contigo?
- Tudo óptimo, tirando os cabelos brancos.
- Deixa lá, ficam-te bem. Um homem de cabelos brancos fica mais charmoso.
- Talvez, nos outros. Eu dispenso, ainda por cima distribuídos assim. E nem tive tempo para me habituar.
- As pessoas habituam-se a tudo. As mudanças fazem parte da vida.
- Pois, eu sei.
- E é nesse processo de habituação à mudança que nascem mais cabelos brancos.
- Então é bom que me habitue rapidamente porque senão daqui a pouco pareço o Pai Natal.
- Goza, goza. Olha, a minha mãe, depois da morte do meu pai, ficou com o cabelinho todo branco.
- Mas nota-se assim tanto?
- Sim, desculpa, nota. Não me digas que não tens espelhos em casa. Mas tás giro. Para 34 anos não estás nada mal de brancas.

4 depois de 2004 = 4 vezes.



























Ainda nem nos encontrámos em Amesterdão e Ela já marcou uma visita comigo para 12 dias depois.
Dia 14 de Setembro, precisamente 4 anos depois de nos encontrarmos, em 2004, duas noites seguidas no Pavilhão Atlântico, Ela resolveu voltar ao nosso país.
Se das duas vezes anteriores apareceram mais uns 30 000 ao nosso encontro, agora serão mais do dobro e tudo só numa noite. Além de mim, mais 74 999 intrusos vão querer estar presentes no "Biggest Show on Earth".
Só não me agrada muito o local. Parque da Bela Vista. Vai ser lindo, milhares ao molho, no meio dos montes de terra, erva e arvoredo, todos a quererem ficar à frente, muitos algumas centenas de metros afastados de onde tudo vai acontecer.
E, como é hábito, o que vai acontecer vai ser grande, muito grande!

Pena que só se aceite depois da morte.

A propósito da "minha querida" Grey's Anatomy, vi este episódio ontem e hoje encontro estas mesmas cenas no blog do Pinguim. Não digo, como ele, que é talvez a mais comovente cena da série porque é-me difícil escolher. Sucedem-se umas atrás das outras ao ponto de, por vezes, me fazerem suster a respiração, pegar no telecomando e fazer "pausa" para ficar a pensar, a reter, a absorver informação. Chego a ver a mesma cena mais do que uma vez. Os diálogos, os silêncios, os olhares... É uma série de uma sensibilidade, força, fraqueza e franqueza imensas. Às vezes parece que uma faca salta do ecrã e se me espeta direitinha no peito. Mas vale a pena. Por isto vale a pena.


(Season 4, episode 14)

Singing in the morgue

E depois, no mesmo episódio, há isto:

Bruises and Scars

Há dias em que algo me puxa, com tanta força, para ouvir esta música.
Evito, mas ainda não consigo não me deixar puxar.
Um dia talvez a ouça sem chorar. Hoje não foi ainda esse dia.


(As imagens não interessam)

I will disappoint you
...
I belong to those who got shattered, battered,
Bruises and scars that I've hidden, you could never heal
This grey house where I come from
Some great love will tear it down
...
(Haunted Home - David Fonseca)

Se fosse tão linear



"Há dois tipos de pessoas no mundo, as boas e as más. As boas dormem melhor, mas as más parecem 'curtir' muito mais as horas acordadas."

(Woody Allen)

Shoot




Beijos

- Os teus beijos...
- O que é que têm?
- Se pudesses senti-los ias entender.

Me and My Madgesty

Yeeeeeeeeeaaaahhhh! Done!

Next September, 2nd, in Amsterdam, i'll have a date with Her.

She accepted and She'll be there for me.

I'm so happy, so nervous, so everything good!

Homecoming

Não gosto de Rap. Não gosto da maioria do Hip-Hop. Mas gosto da sonoridade bem disposta desta música destes dois queridinhos da Madonna. Kanye West (o rapper compositor preferido dos supostos intelectuais), que trabalhou com Ela neste último álbum. Chris Martin (vocalista dos Coldplay), marido da sua melhor amiga, Gwyneth Paltrow.
Aquando da sua estadia em Londres para as gravações de "Hard Candy", o primeiro juntou-se ao segundo e o resultado é este "Homecoming".

Is just sex what you want?




- Is just sex what you want? So, get off. I want more.
- Are you sure?
- Yes.
- Are you?
- I want it, but it's not my target.
- Are you sure?